Amigos sei que muitos aqui já estão anos longe de nossa terra (Brasil) e outros estão apenas alguns meses outros estão em busca de informações para concretizar os seus sonhos de um dia morar no exterior,por isso criei aqui este espaço.
Gostaria da participação de todos que aqui puderem nos ajudar contando um pouco sobre sua história no exterior a intenção aqui é divulgar não só os pontos positivos mas mostrar a realidade da vida lá fora. Como a dificuldade que todos passam, como adaptação a cultura, fuso horário, alimetação…os primeiros passos, acho que assim podemos ajudar um pouco mais não só aqueles que desejam um dia viver no exterior como também aqueles que já vivem.


11 de dezembro de 2007 às 14:47
O custo de vida em Londres e a Lavanderia
Londres é uma cidade cara. Nada de novo até aí. É uma das mais caras do mundo faz tempo.
Mas você consegue economizar uma nota depois que começa a pegar uns macetes.
Claro, sempre que você vai num lugar novo, exibindo sua cara de turista por lá, acaba pagando mais do que deveria. Isso vale para qualquer lugar. Mas em Londres a diferença entre o que você pode economizar e o que você acaba pagando inadvertidamente é enorme.
E nem entro na questão das promoções, que realmente são boas. Se você espera o momento certo, acaba pagando muitas vezes algo como 80 por cento mais barato! Sim, isso mesmo, descontos realmente descontados! É só esperar passar a novidade ou o lançamento.
Eu pago uma fortuna pelo meu flat, mas em comparação com o que se cobra por aí, até que dei sorte. Mas poderia morar de graça, no esquema squat, se tivesse paciência e espírito aventureiro, como uma amiga fez aqui, por um ano. Tudo perfeitamente legal - você e um pessoal podem entrar em qualquer propriedade que esteja vazia e ficar por lá, no verdadeiro espírito comunidade flower power ou London Calling.
A mobília? Você encontra tudo na rua. Os ingleses são muito consumistas e tão logo compram um novo sofá ou uma nova tv de plasma último modelo que você não tem como não comprar ou estará assinando seu atestado de pária, eles largam o eletrodoméstico antigo na rua. E você só precisa carregar o dito cujo para o seu lar.
Roupa? É só ir numa loja de caridade de bairro chique (tipo Oxfam). Eles vendem livros, utensílios domésticos e roupas de segunda mão. Mas nada de roupa de defunto em brechó de hospital. Nessas lojas você encontra vestido Versace, sapato Calvin Klein, bolsa Donna Karan, terno Armani, que algum ricaço usou meia dúzia de vezes e se desfez - num arroubo de bons sentimentos / bom karma, ou simplesmente pra renovar o guarda-roupa com a nova coleção (lembre-se: aqui não é essa coisa pouca de duas coleções como em terras tupi; aqui tem primavera, verão, outono e inverno bem diferenciadas). E todas essas roupas por algumas poucas libras. Mesmo em lojas normais você encontra roupa boa e bonita por muito pouco.
Comida. Uma refeição em um restaurante decente (nada de coisa chique) encheria sua geladeira com comida para uma semana (coisa de 20 libras). Isso porque supermercado é barato - alguns produtos custam menos ainda que no Brasil, mesmo em termos absolutos. E se você não for muito exigente, pode sempre comprar as comidas nas promoções, que mudam toda semana - o que é bom, porque você vai variando o cardápio e não enjoa. Ora, se não ligar muito para isso, pode ir na sessão de “clearance” e pegar as comidas por menos da metade do preço normal, porque essas são “ou leva logo ou vai pro lixo”. Não, nada estragado, me apresso em adicionar. O que esse pessoal menos quer é um processo por intoxicação alimentar nas costas - isso é uma possibilidade real por essas bandas.
Quer coisa ainda mais barata e não tem preguiça de dar uma andadinha? Simples, é só ir no mercado de New Covent Garden e pegar as comidas do final da feira. De novo, nada estragado. Vegetais, frutas e legumes de qualidade, mas que não vão aparecer no estande no dia seguinte.
Imagino que com a certa disposição, é possível viver praticamente de graça por aqui!
E tem muitas outras coisas que são de graça mesmo: você visita museu de graça, você faz sua carteirinha da British Library de graça, você pode ficar membro da biblioteca do bairro, só provando que você é você, sem desembolsar um tostão. Aí você pode emprestar livros, dvds ou cds (sou membro da de Westminster, que me dá o direito de pedir livros em 12 outras bibliotecas interligadas). E eles te deixam usar até uma hora internet por dia!
Além disso, quase tudo tem desconto para estudante. Apresento meu RA - ops, CU, unicampeiro (que ISIC que nada) e tchum, 10 por cento aqui, tcham, 15 por cento lá. Compro dvds, cds, livros. Poderia comprar eletrônicos na Virgin e HMV se quisesse. Não faz a mínima diferença eu ser estudante de uma universidade que nem da UE é.
E eu sou preguiçoso. Nem fui me cadastrar no meu GP, o médico local que atende a galera do bairro. De graça. Serviço odontológico, idem. Ora, é possível ir no community centre local e ter vários benefícios. Para pais, filhos, desempregados, deficientes, minorias, doentes… sempre tem algo para sua categoria, seja ela qual for. Academia de graça, descontos em transporte público, casas de graça dependendo do caso, incentivo pra isso, incentivo pra aquilo, e por aí vai. Não sei nem da metade dos direitos que se tem por morar aqui - sem precisar ser inglês, diga-se de passagem.
Aliás, por falar em passagem, viajar é baratíssimo. Quer ir pra Varsóvia? 20 libras. Berlin? 12 libras. Eu pago mais no metrô do que em avião.
Mas algo que ainda é preciso pagar é lavar roupa. Hoje fui lavar roupa. Coisa que não faço quase nunca na lavanderia - lavo em casa mesmo, aos poucos. Mas acumulou tanta coisa, minha e da Dani, que tivemos que ir.
Lavanderia é uma dessas coisas que coloco na categoria de choque etnográfico (bem, não pesquiso lavanderias, mas gosto de transformar tudo aqui em reflexão; e todo momento descubro novos segredos reservados apenas aos iniciados e aos locais): é tão particular de uma outra cultura - digo, a lógica do funcionamento - que é ininteligível num primeiro momento (e assustador). Qual máquina usar, que botão apertar, onde colocar o sabão (tenho que trazer o meu?), quando coloco as moedas? Warm wash, complete, linen, stir? Tiro as roupas e coloco no secador? High, middle term, low? Quanto tempo? E as moedas?
E eu fico desesperado, sempre pedindo ajuda aos donos, um casal de indianos que falam exatamente como o Apu. E fico envergonhadíssimo de não saber nem onde esperar, toda hora me pedem para “sentar mais pra lá”. Digo dezenas de “I’m sorry” e recebo uns meio-sorrisos “that’s ok” e rezo para que a paciência deles dure até eu poder perguntar como faço para colocar uns minutos extras na secagem. E depois sair correndo para casa.
Me pergunte sobre bruxaria zande, mas não sobre que tipo de tecido vai com que tipo de sabão. Porque então o pavor vem.
17 de dezembro de 2007 às 10:01
tatiane
Qdo cheguei em Portugal, tinha 23 anos. O taxista me cobrou o dobro, dormi quase dois dias seguidos por causa do fuso,o frio era o terror uma chuva com o frio lá mar do norte..coisa de louco. Primeiro me sentí uma estranah no ninho, chorei um monte e agarrei no telefone com a minha mae chorando de um lado e eu do outro. Eu nao podia nem pensar que um oceano gigante estava me separando da minha família. Mas no 3 dia arrumei um emprego e comecei a fazer amigos a chuva foi parando o verao foi chegando e comecei a descobrir o que Portugal tinha de bom…as praias, a comida, as aldeiazinhas, a História e a cada dia me interessava mais por aquela terra. Nao deixei o trabalho tomar conta de mim como fazem muitos brasileiros e assim fiquei lá por 4 anos. Viajei bastante, passei muitas roubadas. Fiquei ilegal, mas mesmo assim aluga carro e disparava pra Espanha, Marrocos e o tudo mais,as vezes sozinha e as vezes com outra amiga brasileira. Enrolei pouco a polícia de fronteiras.. fazia cara de cachorro triste e eles me deixavam passar. Foi uma boa época!
outra..
Depois fui pra Alemanha pro Norte, 6 meses e tive uma experiencia horrorosaa, pois apesar de estar em casa de amigos de família, nao consegui emprego, era um frio uma coisa depressiva que eu tinha que tomar banho de sol naquelas maquinas de bronzeamento artificial, que o Alemao adora e fica com aquele pele que parece barro vermelho, porque o meu corpo vivia atrofiado sem calor….imagina!Aí enchí o saco liguei pra minha ex chefe em Portugal e me mandei pra lá…passei dois dias dentro de um ônibus até chegar em Portugal..tudo ilegal. Na fronteira da Franca com a Espanha os guardas pararam o ônibus e me pediram meu Visa…gelei, fiquei branca ,mas antes da minha primeira viagem, minha vó, me deu dois santinhos, um da N.Sra Aparecida e outro da Nossa Senhora das Gracas, e eu coloquei os dois na primeira página do passaporte, sabes como é protecao de vó né? Bom, o guarda viu fechou meu Passaporte e foi até o fim do onibus…pronto,pensei pra mim! Vou ficar! Entao ele voltou e falou baixinho:- olha, mocinha, por conta das santinhas vou te deixar passar, mas se passar de volta aqui , fica!- Ou lá,lá! Quase ia morrendo. Enfim..cheguei em Portugal e fiquei mais dois anos.
Fui até Marrocos de carro, atravessei as montanhas Atlas à noite, ví o céu mais estrelado da minha vida e o lugar mais fim do mundo tb.. enfim.
para acabar a primeira saga….
Voltei para o Brasil jurando nunca mais vir para a Europa novamente. Já estava farta….
Passei 8 meses no Brasil e já estava me ambientando de novo, quando o marido da minha melhor amiga fez aniversario, me convidou e adivinha o que aconteceu???Ele tinha convidado um amigo dele brasileiro que morava na Alemanha e o cara foi…chegou lá nos conhecemos, nos apaixonamos e eu tô de nooooovo por aqui.
Bom a Alemanha é linda demais, isso é sabido. A primavera é a coisa mais linda aqui. Mas a língua é muito difícil e no comeco eu tava já em desespero achando que nao iria falar com essa gente nuunca!A comida é forte, muitas batatas e salsichas de todo o gênero. A cerveja é a melhor do mundo. As cidades sao diferentes de norte a sul e o jeito de falar tb. Agora estamos na época do Natal…tá um frio de rachar, as árvores marrons e as cores sao poucas..mas em toda a cidade existe a feira de Natal..que é um show de luzes de cheirinhos e o Natal é bem verdadeiro aqui!
A Alemanha é boa na ordem, estradas maravilhosas, grandes marcas de carros, o cidado é respeitado, mas moro numa cidade industrial e os neo nazistas fazem passeatas por aqui quando em quando..esses temas ainda vivem por aqui ao contrario que se pensa..enfim. Mas vivo feliz aqui por ora..mais tarde quero voltar prara o Brasil.
Resumindo:
Vale à pena sair do Brasil, a Europa eu indico para todo o ser humano que quiser viver a História, e toda a riqueza que essa concentracao de povos e de culturas nos traz…pelo simples fato de em tao pouco tempo estarmos em diferentes situacoes e experiências.
Mas ela ja tá ficando muito doente! Tá muito velhinha a coitada!
Por isso vejo o nosso Brasil, o país das oportunidades…aí temos criancas correndo em casa, a familia reunida, o sol, as verduras frescas…olha , tudo de riqueza! Somos um país jovem, fresco ainda…
Mas enfim…vou ter muiiiita história pra contar aos meus netos..e isso é que é a vida!
Um beijao
17 de dezembro de 2007 às 10:03
Bem, resumindo um pouco:
Sai de Salvador na véspera de meu aniversário, após ter durante anos juntado euros pra realizar esse meu sonho de vir morar na Europa. Quando juntei o suficiente, pedi divórcio, demissão do emprego e vendi ou dei o que não cabia na mala. Como não consegui um visto lá após muitas tentativas arrisquei ir pra Suiça, pois Inglaterra e Portugal a deportação tem sido em massa com a operação AMAZON II onde os brasileiros voltam no mesmo aeroporto que vieram.
Não sabia falar mais do que bom dia ao chegar na Suíça e algumas palavras soltas, mas sempre procurei estudar nos tempos livres. Ao chegar no aeroporto de Zürick a quase 10 graus abaixo de zero, meu nariz começou a sangrar e demorou meses pra cicatrizar e a sola do sapato encolheu e soltou do sapato ficando apenas a casca de cima. Não suportou a queda brusca de 40 graus já que vim de Salvador.
Não tinha onde ficar nem conhecia ninguém, mas estava tão feliz de estar lá que nºao me importei de não ter achado alojamento no primeiro dia e dormir na estação de trem. Acordei com o frio e nesse dia achei uma casa de família que hospedava estrangeiros. Fiquei lá 5 dias enquanto procurava trabalho, mas voi que sem saber falar nada, nem conhecer ninguém seria “um pouco” difícil. Então resolvi entrar numa escola de alemão em Freudenstadt, sul da Alemanha, mas quando cheguei lá (a neve batia quase no joelho) vi que por ser brasileiro não era muito desejado lá (vou pular esse pedaço).
Continuei viajando pela Alemanha de trem procurando um canto pra ficar até chegar em Berlin e encontrar uma escola de alemão que diziam ser muito boa. matriculei-me e cursei 4 meses. No primeiro mês encontrei também uma família que me hospedou de graça até eu encontrar um restaurante onde passei a trabalhar como Pianista (Ipanema na Torstrasse). Depois fui pra casa de uma senhora alemã em Dahlen, que cobrava 150 euros pelo quarto e era um lugar ótimo e tranquilo.
Bem, minha aventura tem muito mais que isso, mas acho que esse relato tá ficando grande e chato..
4 de fevereiro de 2008 às 00:50
continuando a pedidos…
Respondendo. Vim como trista, pois não tenho ascendencia alemã, nem casado com alemã. Dificilmente poderia pagar um ano de estudos pra ter o direito a visto de estudante, mas logo essa situação foi resolvida.
Minha vida então se resumia a estudar alemão, tocar no restaurante e procurar amizades conhecendo lugares e pessoas. Conheci um pastor batista que me ajudou muito a conversar em alemão. Logo desisti da escola e aprendi por conta propria, como meu salário era muito pouco, logo me vi sem dinheiro apos uns meses, porém já tinha feito muitas amizades que me ajudaram muito.
Como a maioria dos imigrantes que entram pela porta dos fundos fiz de tudo: faxinas, cuidar de idosos, massagens, polimento de metais, trabalho em fábricas, aulas de piano, viajei pra Pôlonia procurar obras pra trabalhar, etc…
Achei que se eu conseguisse uma legalização seria mais fácil encontrar trabalhos melhores. Numa fábrica que trabalhei feito condenado carregava chapas de metal de peso descomunal com um capataz me xingando de sub-raça. Então uma amigo comprou-me uma passagem barata pra Portugal.
Lá trabalhei distribuindo panfletos por diversas cidades de Portugal (dezenas) entregando de casa em casa e sobrevi depois com uma lata de herbalife que ganhei de uma amiga. MAs depois de muito procurar encontrei trabalho em Cascais, uma cidade proxima de Lisboa numa fábrica de plasticos e depois num hotel e depois numa clinica de terapias alternativas.
Com esses contratos dei entrada na minha atoruação de residência e em alguns meses consegui o visto por um ano, podendo então retornar a Berlin. Agora com um dinheiro suficiente pra investir em capacitação profissional.
8 de fevereiro de 2008 às 18:16
Continua cara, tou gostando, quem achar chato, é só não ler.
20 de fevereiro de 2008 às 13:45
Por favor gente continua,eu so estou comecando a dar meus primeiros passos;e essas historias conta muito para o nosso conhecimento….
Joao ortiz
Taiyuan china.
21 de fevereiro de 2008 às 17:07
Olá… queria saber de quem ta ai, se vale a pena, irando a aventura, se da pra juntar um dinheiro, se da pra viver bem ai. e quando se ganha e quanto se gasta, + - tipo, aluguel, comida… blz…
to só esperando resolver algumas coisas aqui, e pretendo ir pra europa nesse ano ainda…
valew
22 de fevereiro de 2008 às 19:31
Sou casado.Trabalho com todo tipo de pinturas simples e especiais e moro em rondônia. e
Estou querendo ir práo
Canadá.Preciso encontrar uma empresa local que me contrate, pois quero entrar legal e permanecer legal neste país. Por favor se puder me dê uma informação. Desde já agradeço!
25 de fevereiro de 2008 às 12:18
Vivi em Londres durante um ano e 7 meses. A principio fui pra estudar ingles, aprimorar o idioma e claro arrumar uns bicos pra me sustentar.
Londres eh uma cidade fantastica, creio que a melhor da europa. Cheia de pubs, bares, casas noturnas, museus, teatros, parques, uma vida social inigualavel. Vi de tudo naquela cidade, indiano, turcos, judeus, muitos, mas muuuuuitos brasileiros, todos com muita garra e vontade de crescer. Nenhum livro, site eh suficiente pra se ter experiencia de morar la, so vivendo pra aprender. Alguns sao teus amigos, te ajudam, outros te escondem informacoes, trabalhos. Muita coisa rola por baixo dos panos, como empregos, e bons flats por exemplo. A amizade eh o melhor elo por la.
Tem de saber aproveitar a cidade e tudo que ela te oferece, gratuitamente. Bibliotecas fantasticas, leisure center, ou centros de lazer com piscinas, jogos a precos populares, trens e onibus que te levam a qualquer parte da cidade, promocoes tentadoras na principal rua de comercio, a Oxford Street. Certa vez li num livro ” Quem esta cansado de Londres esta cansado da vida”. E isso eh verdade. Nao digo que me cansei da cidade, isso nunca vai acontecer.Acho que levaria uns 10 anos pra eu conhecer a cidade por completo.
No periodo em que estive morando em Londres tive a oportunidade de viajar pela europa, meu visto de estudante me permitia entrar e sair do pais. Conheci lugares fantasticos, Escocia, Irlanda, Alemanha, Franca, Espanha, Suica, Italia, Amsterdam… acho que tenho mta historia pra contar !
Voltar ao Brasil foi uma decisao sabia e pensada, creio que para o momento. Sair do Brasil, tentar a vida no exterior, conhecer outras pessoas e culturas eh valido, mas vc tem que ter um objetivo em mente, e o meu era aperfeicoamento do ingles, viagens e voltar para o Brasil em busca de uma melhor recolocacao profissional. Eu posso estar enganada, talvez vc fale comigo daqui uns dois anos e eu esteja morando na Europa de novo…quem sabe! Uma vez ouvi “Quem vive fora do Brasil uma vez, jamais para em canto algum”. Nao sei do meu amanha, mas de uma coisa eu tenho certeza, nao me arrependo em nenhum momento de ter pedido as contas no emprego, largado tudo pra viver no exterior!
Aqui vai minha dica, antes de tomar qualquer decisao, pesquise bem sobre vistos, se vc tem direito a cidadania pro pais que deseja ir, procure fazer muita amizade antes, enfim, informacao nunca eh demais!
E corra atras do seu sonho.
Quem quiser me escrever fique a vontade:
vvanessasantos@hotmail.com
Abracos,
Vanessa
=)
21 de abril de 2008 às 00:02
ola! gostaria muito da ajuda de voçes… eu namoro com um homem espanhol, eu sou brasileira e vivo no brasil e ele na espanha… gostaria de saber, quais são as medidas que tenho que tomar pra gente se casar e eu ir viver com ele na espanha? tipo documentação etc.. por favor aguardo resposta
24 de abril de 2008 às 17:02
eu gostaria muito de ouvir ou melhor de ler todos os direitos dos cidadaos casados na Europa e que ja moram aqui a 12 anos.
9 de maio de 2008 às 12:18
eu tenho um sonho de mora fora por que meus pais não me deixão ser livre
para escolher oque eu quero.
meu sonho é ser Au Pair no exterior.
preciso mim encontrar
não sou boa em inglês mais se ue tivesse uma oportunidade de conheçer o mundo.
eu tenho 17 anos
to no emsino medio, ou seja:1°ano,sempre estudei no colegio publico.
mora no estado da Baiha.
minha cidade é Alagoinhas.
po hoje e só isso que tenho para falar.
ASS:pinguinzinha♥
26 de maio de 2008 às 20:07
Sou bisneta de italianos e portugueses, gostaria muito de tirar minha dupla cidadania, mais não tenho recursos financeiros, pois ou de família de classe média enão tenho condições, a única coisa que sei é que meus bisavós portugueses te os nome de PEDRO ROCHA SALAZAR E LEOPOLDINA ROCHA SALAZAR e italianos são ANTONIO EZEQUIEL E STELLA MATUTINA EZEQUIEL, que sao os pais de minha avó BRAZILINA LIMA EZEQUIEL, é só isso que sei, por isso gostaria de tirar minha dupla cidadania pra ver se tenho parentes nestes 2 países, desde já fico grata!!!
21 de junho de 2008 às 11:39
Oi, meu nome é Elisangela e morei 6 anos na alemanha, me casei com um cidadão alemão dessa união tivemos uma filha, q nasceu la tb. Como ele era um carrasco decidi vim morar no Brasil, no começo ele mandava dinheiro para pagar escola,comida, aluguel de um ano pra cá ele arrumou outra pessoa la e manda apenas o dinheiro do aluguel. Procurei a denfesoria publica, essa encaminhou a documentação para procuradoria geral em Brasilia …isso ja faz um certo tempo e ele me ligou ontem dizendo que ja tinha sido a audiencia, que ele naum teve que comparecer, apenas seu advogado e que a lei determinou que ele pagasse ate menos doque ele tava mandando deacordo com a tabela de Dusserdorf. Na documentação que mandei foram tb o prontuario medico dizendo que ela precisava de acompanhamento medico, foram tb todos o recibos doque gastavamos e que eu fazia anteriormente com o dinheiro!Estou revoltada pq pelo que vi a lei alemã naum ta nem ai com o bem estar da criança! liguei para Brasilia e ela disse que tenho como recorrer! Quais as chances que minha filha tem? ela tem 8 anos e passou por uma cirurgia a pouco tempo! Ele naum ta nem ai com ela mau entra em contato pra saber o estado dela.Que lei é essa???
28 de junho de 2008 às 16:56
gostaria de me comunicar com brasileiros que foram para portugal para trabalhar, pois estou querendo ir e preciso trocar idéias com quem está lá, ou com brasileiros que foram e já voltaram, por favor me respondam, obrigado.
6 de julho de 2008 às 19:30
Olá, meu nome é Evelin, e eu e meu marido estamos indo para Lyon na França em agosto, ele é cidadão europeu e eu sou brasileira, alguém ai tem dicas sobre a França, mais precisamente Lyon.
Estamos com dificuldade em conseguir lugar para ficar. Se alguém puder ajudar.
Obrigada.
8 de julho de 2008 às 06:58
Olá brasileirinhos, eu troco de lugar com vcs hehehe, vivo a 7 meses na Espanha e confesso a vcs que aprendi muito nesse tempo, mas vejo o Brasil com outros olhos agora, sei que ganhar o salariozinho é dificl, mas tem muitas coisas que compensam, ainda mais se vc vier para a Europa sozinho(a) verás que nem tudo o que brilha é ouro, bom digo-lhes de todo o meu coração que amo o Brasil e pode ter ctz que não sou só eu quem diz isso rsrs pergunte a qualquer um desses que tiram fotos com a nossa bandeira e nessa hora o que eles sentem?…digo-lhes q nessa hora agnt sente-se abraçado por uma nação que não existe igual, pátria mãe acolhedora, mãe gentil…bom galera a experiência é boa, mas tudo tem o seu valor…abraços e boa sorte!
12 de agosto de 2008 às 15:13
sempre quis sair daqui, mas nunca percebi ou tive oportunidades
os empregadores viam-me e continuam a me virem como um dislexo ou algo pior
mas, apesar de já ter mais de 40 anos, ainda tenho um pouco de esperança de deixar este poço e ter dignidade, já que aqui as pessoas dizem me dar esse direito, mas lamentam ou diminuem alguma coisa em mim